O que podemos fazer?

Certo dia já não conseguia dormir direito. No começo imaginei ser cansaço demais, excesso de preocupações do trabalho refletindo no meu organismo. A noite foi trocada pelo dia e as tarefas não eram executadas com a mesma intensidade. Neste ponto meu alerta ligou, como uma ficha caindo admiti o meu problema: era ansiedade. Lá vamos … Continuar lendo O que podemos fazer?

Anúncios

Será que sou eu?

Começa com uma ideia nova, um frescor de inspiração depois de um longo período sem produzir nada. A novidade nos revigora, dá ânimo para traçar novos planos, sonhar com possibilidades de mudar algo em nossas vidas. Ainda que seja pouca coisa como testar uma nova receita de molho ou mais significativo como mudar de emprego, … Continuar lendo Será que sou eu?

Deficiente, sexualidade e solidão: em busca do empoderamento

* Por Jhonatan Zati Nós somos o país que mais mata pessoas LGBT no mundo. Segundo dados levantados de acordo com o GGB, Grupo Gay da Bahia, nossas estatísticas do ano de 2016 superam as do Oriente Médio e da África, em regiões em que a pena de morte por ser parte dessa parcela da população … Continuar lendo Deficiente, sexualidade e solidão: em busca do empoderamento

A diferença entre ser amado e ser “útil”

O texto abaixo foi escrito pelo Pe. Fábio de Melo sobre envelhecimento, mas pode facilmente ser compreendido e interpretado também para nossa realidade de pessoa com deficiência. Portanto, boa leitura. Por Pe. Fábio de Melo “Você ter utilidade pra alguém é uma coisa muito cansativa. Tá certo, realiza. Humanamente falando é interessante você saber fazer as … Continuar lendo A diferença entre ser amado e ser “útil”

O que a Berenice não disse

Mês passado fui convidada a participar de um bate papo em uma agência de publicidade aqui em Belo Horizonte. A proposta era falar sobre a campanha da Vogue com a Cléo Pires e discutir a importância da representatividade nas propagandas. Expus a complexidade no processo de identidade das mulheres com deficiência em uma sociedade padronizada como a … Continuar lendo O que a Berenice não disse

Queridas Paralimpíadas, obrigada pelo empoderamento

*Por Ieska Tubaldini Labão Eu nunca tinha assistido a mais do que cinco minutos seguidos de qualquer (qualquer) modalidade Paralímpica. Considerando o quanto eu assisto a esportes o tempo inteiro, essa é uma coisa que me causa bastante vergonha, apesar de, hoje, eu ter consciência de que a evolução (da trajetória de vida, da maturidade, da … Continuar lendo Queridas Paralimpíadas, obrigada pelo empoderamento

A festa que o Brasil não viu

As Paralimpíadas mal começaram e já vieram com polêmicas. De princípio, a nomenclatura. O "O" de Olimpíadas foi retirado dando origem ao nome que utilizamos agora. Apesar da mudança ter sido realizada em 2011, ainda tivemos um estranhamento nessa edição. Se você clicar aqui vai saber direitinho as razões dessa alteração. Partimos então para a … Continuar lendo A festa que o Brasil não viu